Sete anos após os eventos de
Sangue de Pantera, vemos Oliver Reed (Kent Smith) e Alice Reed (Jane Randolph)
casados e com uma filha pequena, Amy (Ann Carter), prestes a completar seis
anos. O casal deixou o emprego na Companhia Naval, na cidade de Nova York, mudando-se
para a lendária cidade Sleepy Hollow, no condado de Westchester.
Amy é uma menina solitária e imaginativa, criando todos os tipos de fantasias. Os animais são seus amigos, já que as alunas da escola local não gostam de brincar com ela. Por um engano, Amy acaba não enviando os convites de seu aniversário, ninguém comparece e a menina termina passando-o apenas com os pais. Certo dia, Amy se aproxima da entrada de uma casa considerada pelas outras crianças como “mal-assombrada”. Do alto de uma janela uma figura misteriosa lhe atira um belo anel que Amy considera ter o poder mágico de conceder um desejo. Ela solicita um amigo e eis que surge Irena (Simone Simon), a ex-esposa de Oliver, vestida como uma fada e criando um inesperado elo com a menina. Alice percebe o anel com a filha e pede que esta retorne a mansão acompanhada de Edward (Sir Lancelot), o empregado da casa, para devolvê-lo. Só que a Amy termina por ir sozinha, na qual conhece a dona da casa, uma idosa que fora uma famosa atriz, Julia Farren (Julia Dean), e sua estranha filha Barbara Farren (Elizabeth Russell). Julia insiste que sua filha falecera há anos e que Barbara é uma impostora para desalento desta. Uma amizade entre Amy e Julia se estabelece com a desprezada Barbara odiando a pequena Amy.
Em se tratando de continuação e sem a direção do original, já nessa época, impunha certa reserva por parte dos críticos (o público não tinha o acesso a informação que se possui hoje). O que aconteceu foi que os produtores de RKO injetaram alguns elementos de terror, trouxeram parte do elenco do original e tentaram fingir que era uma sequência de horror do grande sucesso "Sangue de Pantera" lançado um ano antes. O porquê de manter o nome (“Cat People – e dizer que era uma maldição, criando uma conotação para o horror) atrelado ao sucesso anterior só pode ter sido feito com o intuito de lucro.
A RKO queria uma sequência lúgubre, um conto de terror, uma fábula sombria. Lewton começou a trabalhar com o roteirista DeWitt Bodeen (“A Sétima Vítima”), que havia escrito o filme original. O cineasta Gunther von Fritsch foi contratado para dirigir, mas foi substituído pelo até então editor dos dois primeiros filmes de Orson Welles, Robert Wise (“O Dia em que a Terra Parou” / “A Noviça Rebelde” / “Jornada nas Estrelas – O Filme”), antes da produção terminar. Ou seja: houve dois diretores na consecução do filme. A mudança de leme também afetou a condução da estória: tentou-se manter um clima completamente diferente, estranho e até mesmo irreal tal qual no primeiro filme, mas não da forma que os estúdios queriam, virou um conto que ignora completamente o tom e o estilo de seu antecessor, trazendo porém um novo elemento por demais interessante: um estudo sério e bem elaborado sobre o funcionamento da mente de uma criança sensível e como o pais possuem a dificuldade de interagir com uma criança que prefere um amigo invisível do que a companhia de seus pares. Há paralelos interessantes: Oliver viu a imaginação excessiva (assim considerava) de sua ex-esposa Irena levá-la a arruinar o casamento e cometer suicídio. Agora vê a filha presa em elementos imaginários e amigos invisíveis. E o pior: essa amiga invisível se assemelha muito a alguém que Amy não conhecera: Irena. Sem saber como lidar com a criança (como não soubera lidar com a ex-esposa) Oliver se sente impotente e reage de forma áspera com Amy para que se torne uma criança “normal”. Ainda que a professora de Amy, Miss Callahan (Eve March), tente esclarecer Oliver por meio de uma psicologia infantil, este parece não aceitar. Se Irena é um fantasma ou imaginação (teria ela já visto uma foto de Irena?) de Amy fica a cargo do espectador, mas o cunho fantástico do primeiro filme (uma mulher oriunda de um “povo-gato”) permite que Irena realmente exista nesta sequência.
E há outras cenas (com poucos acenos de terror) a serem destacadas na obra: quando Ann recebe o anel; a ida à casa “mal-assombrada”; as interações de Amy com Irena; o conto do cavaleiro sem cabeça (Sleepy Hollow); a saída de casa de Amy e o medo tomando conta de sua mente, junto com o da plateia; as luzes que oscilam com o vento quando Amy chega à mansão de Julia e Bárbara. E o ótimo o clímax com Barbara (Elisabeth Russel) em uma cena assustadora e corajosa de ser levada às telas nos anos 40.
O elenco é ótimo: Ann Carte faz uma Amy com um desembaraço pouco comum para a idade e ofusca os mais velhos em cena. O filme é mostrado ao espectador de seu ponto de vista o que funciona plenamente. Simone Simon, estrela e força motriz do original, surge em um papel completamente diferente. O espectador no início pode até ficar confuso com sua presença por ainda não saber a proposta do filme, mas talvez Irena tenha voltado para consertar as coisas e trazer felicidade para Oliver em seu relacionamento com a filha. Jane Randolph tem um bom tempo em cena e entrega um personagem interessante. Julia Dean cresce em cena a cada aparição com um personagem muito bem-vindo. Elizabeth Russell, que fizera a misteriosa mulher-gato nos restaurante do primeiro filme, agora assume o papel de Bárbara (sem relação com o outro filme) e proporciona um dos momentos de maior tensão no filme. O ator / cantor Sir Lancelot (nascido Lancelot Victor Edward Pinard) faz um personagem simpático.
A Maldição do Sangue de Pantera
(assim lançado nos cinemas brasileiros, e não "da Pantera" visto atualmente) não apresenta nenhuma maldição e, ao
contrário de seu enigmático título para o espectador, revela-se um conto com
boas pitadas de suspense e um senso familiar em toda a estória. Parece um filme
sem relação com “Sangue de Pantera”, mas o retorno do trio central nos revela
essa conexão. É um filme bem interessante, que prende atenção e se revela muito
eficiente em sua parte técnica. Decepciona por não ser uma continuação nos
mesmos moldes que o primeiro, mas surpreende por trazer algo completamente diferente
e agradável. Um filme que conquistou a crítica da época, mas que hoje o grande público
pouco o conhece.
Trailer:
Curiosidades:
O tema do filme, uma criança que se acredita estar à beira da insanidade porque vive em um mundo de fantasia, era pessoal do produtor Val Lewton, que se comportava de maneira semelhante quando criança. Sua esposa disse que sentiu que ele nunca voltou ao mundo real como um adulto.
A fantasia / mentira da "árvore da caixa de correio mágica" contada a Amy por seu pai reflete uma história que o pai de Val Lewton lhe contou quando ele era criança, apenas Lewton colocou os convites da festa de aniversário de sua irmã na árvore que não era sua, como Amy faz no filme .
De acordo com o roteirista DeWitt Bodeen, Val Lewton queria chamar este filme de "Amy and Her Friend". No entanto, os executivos da RKO insistiram em usar o nome "Cat People" para atrair fãs de Sangue de Pantera (1942), que havia sido um enorme sucesso de bilheteria feito com um orçamento muito baixo.
O poema citado pela senhorita Callahan é The Unseen Playmate de Robert Louis Stevenson de 'A Child's Garden of Verses' (1913).
Por causa do orçamento incrivelmente apertado, os conjuntos de Soberba de Orson Welles (1942) foram reutilizados.
A tensão entre Amy e seu pai Oliver no filme, segundo o comentário de Gregory Mank, reflete a verdadeira relação de amor/ódio compartilhada por Val Lewton e sua filha Nina.
Irena é de origem sérvia, como mostrado no precursor Sangue de Pantera (1942), mas canta uma tradicional canção de Natal francesa 'Il Est Ne, Le Divin Enfant' para Amy. Isso porque a atriz Simone Simon era francesa.
A pintura, com gatos e uma criança, mostrada na casa de Reed e descrita como a obra de arte favorita de Irena, é a obra de Francisco Goya, "Don Manuel Osorio".
Embora Val Lewton fosse conhecido por sua economia como produtor de filmes, A maldição do Sangue da Pantera ficou 40% acima do orçamento no final.
O livro intitulado "The Inner World of Childhood" mencionado por Miss Callahan, professora de Amy, é uma verdadeira obra escrita pela psicóloga americana Frances Wickes por volta de 1930. Foi muito admirado por Carl Gustav Jung, que escreveu uma introdução para ele em 1931.
A história que Julia Farren apresenta para Amy é 'The Legend of Sleepy Hollow' de Washington Irving. Sleepy Hollow fica ao norte de Tarry Town, onde mora a família Reed.
A música cantada pela turma de Amy no início do filme é baseada no poema "Setembro" de Helen Hunt Jackson (1830-1885), uma escritora da Nova Inglaterra e ativista pelos direitos dos nativos americanos.
Ann Carter faleceu aos 77 anos de câncer de ovário
Julia Dean faleceu aos 74 de causas não reveladas
Elizabeth Russell faleceu aos 85 anos de causas não reveladas
Sir Lancelot faleceu aos 98 manos de causas naturais
Cartazes:
Filmografia Parcial:
Ann Carter (1936–2014)
Casei-me com uma Feiticeira (1942); Os Comandos Atacam de Madrugada (1942); Estrela do Norte (1943); A Maldição do Sangue da Pantera (1944); Nunca é Tarde (1944); A Esperança não Morre (1946); Filhos do Divórcio (1946); Inspiração Trágica (1947); Sonata de Amor (1947); Sonata de Amor (1948); Na Corte do Rei Artr (1949); Cruel Desengano (1952).
Simone Simon (1911–2005)
Mulher de Soldado (1933); Olhos Negros (1935); Dormitório de Moças (1936); O Sétimo Céu (1937); Josette (1938); A Besta Humana (1938); Cavalgada de Amor (1939); O Homem que Vendeu a Alma (1941); Sangue de Pantera (1942); A Maldição do Sangue da Pantera (1944); O Porto da Tentação (1947); A Ronda (1950); Olivia (1951); La Femme en Bleu (1973).
Kent Smith (1907–1985)
A Vida é Assim (1939); Sangue de Pantera (1942); Os Filhos de Hitler (1943); Esta Terra é Minha (1943); Três Heroínas Russas (1943);A Maldição do Sangue da Pantera (1944); Silêncio nas Trevas (1946); Vontade Indômita (1949); Comanche (1956); Sayonara (1957); General de Imitação (1958); O Vale das Paixões (1959); O Nono Mandamento (1960); O Incrível Homem do Espaço (1962); O Balcão (1963); O Preço da Ambição (1964); Anjos Rebeldes (1966); O Terceiro Tiro (1967); Os Invasores (seriado 1967-1968); Pânico e Morte na Cidade (1972); Degraus para o Poder (1972); Horizonte Perdido (1973); Ensina-me a Esquecer (1973); O Amuleto Egípcio (1973); Billy Jack Vai a Washington (1977).
Jane Randolph (1914-2009
Demônios do Céu
(1941); O Irmão do Falcão (1942); Sangue de Pantera (1942); O Falcão
Contra-Ataca (1943); A Maldição do Sangue de Pantera (1944); Rastilho de
Pólvora (1946); A Face do Perigo (1947); Moeda Falsa (1947); Às Voltas com
Fantasmas (1948).
Rasputin, the Black Monk (1917); A Maldição do Sangue da Pantera
(1944); Idílio Perigoso (1944); Sob o Manto Tenebroso (1946); Cidade Encantada
(1947); O Beco das Almas Perdidas (1947); A Valsa do Imperador (1948); Tormento
de uma Glória (1949); Dizem que é Pecado (1951); Os Filhos dos Mosqueteiros
(1952); Você Para Mim (1952)
Elizabeth Russell (1916–2002)
Armadilha
Perfumada (1936); A Aldeia Esquecida (1936); Um Encontro com o Falcão (1942);
Sangue de Pantera (1942); Às Portas do Inferno (1942); A Sétima Vítima (1943);
Um Grito no Escuro (1943); O Solar das Almas Perdidas (1944); A Maldição do
Sangue da Pantera (1944); Juventude sem Freios (1944); Asilo Sinistro (1946);
Meu Filho, Minha Vida (1953); Paixões Desenfreadas (1960);
Sir Lancelot (1902–2001)
Caçadora de Marido (1943); A Morta-Viva (1943); O Fantasma dos Mares (1943); A Maldição do Sangue da Pantera (1944); Uma Aventura na Martinica (1944); Zombies na Broadway (1945); Brutalidade (1947); Romance em Alto-Mar (1948); Caverna do Terror (1957); Lafite, o Corsário (1958).

















Luís, td bem?
ResponderExcluirAssisti A Maldição do Sangue de Pantera exclusivamente por ser um seguimento — vamos dizer — de Sangue de Pantera e por intrigar-me através de sua crítica. Claro, tive também muita sorte de achá-lo, o que por si já é um desafio para os interessados em filmes de décadas mais antigas, como vc sabe.
Desconhecia sua existência. E, me adiantando, o acho melhor que seu antecessor.
Creio que sua importância está em 2 aspectos: como uma fábula sobre a mente infantil ( e o coração também, o que mais me tocou ) e por falar um pouco sobre a educação paterna praticada em algumas famílias.
Sempre penso que só podemos julgar e entender os atos e sentimentos de uma criança ( de todos, na verdade ) nos colocando na pele delas, nos lembrando quando NÓS éramos as crianças. Então, tendo que rememorar os mesmos medos, inseguranças e motivações.
Assim, ao conhecer Amy, somos apresentados a uma menina que em essência é solitária, carente do convívio de outras crianças ( um círculo restrito ou que a exclui ) e até de seus próprios pais. Este último ponto, particularmente me revolta, pois vi os personagens de Oliver e Alice como mais voltados para seus próprios interesses que comprometidos com a doação implícita que a paternidade/maternidade exige. Não acho que era o modelo de uma época, diz mais a respeito dos valores e sentimentos daquelas pessoas. Como eles, conheci muitos e desde cedo decidi que seria o exato oposto: presente e dividindo os sentimentos e dúvidas de meus filhos.
Sendo assim, seria aceitável aquela menina viver num mundo próprio de fantasias.
E aí entra o elemento fantástico do filme, na figura de Irena, como a amiga imaginária.
Ora, nós expectadores sabemos exatamente o que se passa. A idéia de Alice que Amy teria visto a foto em alguma oportunidade e, fascinada pela beleza de Irena, a idealizado como amiga imaginária cai por terra desde o início.
Curiosamente surge neste momento um outro aspecto muito interessante do filme. O que Irena queria ao “retornar” áquela realidade e com aquelas pessoas? Fazer o bem ou fazer o mal?
Bem, para aqueles que apreciam as lições de amor e perdão, AMSP acabou se mostrando também uma estória de redenção. Talvez isso tenha se mostrado uma trama menor ( até despercebida pelos menos voltados ao tema ), mas pessoalmente me sensibilizou a idéia da personagem de Irena, que teria causado mal no passado, buscar a oportunidade de sanar os seus erros, ajudando não só a Amy mas também a Oliver, seu antigo afeto. Uma linda mensagem.
Há de se destacar também a doentia situação das persongens da velha senhora e sua amargurada filha. Sanidade mental ali não havia e não sei quem era a mais doente, se a mãe, na sua demência de idosa ( um quê de egocentrismo também ) ou a filha, com seu insuportável sentimento de rejeição.
A cena em que a velha brux…ops!, senhora, conta a lenda de Sleppy Hollow para Amy foi um belo desserviço ás noites dela sozinha no quarto. Ali foi a vontade de subir uma outra vez ao palco que falou mais alto.
Mas, principalmente,o ponto alto foi a cena em que Amy vê Irena sobreposta á imagem de Bárbara e sua atitude de pura inocência ao entregar-se aos braços da amiga — assim desarmando o ódio assassino daquela mulher transtornada — foi a lição ( cena bem construída ) de que o amor supera tudo. Mérito do diretor e do roteiro, que buscaram essa mensagem.
Das atuações, creio que salientam-se as de Elizabeth Russel e a de Julia Dean. Claro, quanto a Ann Carter, é aquilo que comentamos outra vez: incrível como crianças, pessoas que quase nada conhecem de atuação, conseguem ser tão autênticas em cena. Um maravilhoso mistério.
Boa direção, filme enxuto e bem feito.
Filme enxuto e bem feito.
ResponderExcluirUm filme para ser revisto sim, como vc bem disse. Infelizmente, hoje é um filme para poucos, por todas concessões que temos de fazer aos filmes com mais de 50 anos, uma triste realidade. E particularmente aqui pelas sutilezas do coração, que podem ( ? ) estar rareando nas novas platéias. Por isso a importância de uma crítica bem construída como esta sua, que traz á luz muito bem os méritos das obras desconhecidas ao público, como AMSP e tantos outros que conheci aqui.
De novo e sempre, parabéns.
Luís, assisti Consciências Mortas e logo lhe darei um retorno aqui.
Acho que já comentei com vc que um filme que gosto muito é O Pagamento Final ( Carlito’s Way, taí um nome bem acertado ) e, abusando da sua generosidade, adoraria vê-lo resenhado por vc. Se der, né?
Um abraço e até breve.
Olá Mário.
ExcluirSomente à pouco vi o seu comentário. A plataforma nunca deu sinalização de nenhum comentário feito por aqui, de qualquer pessoa, então todos os dias costumo olhar. Justamente ontem, não olhei. Mas, o importante, é que visualizei seu comentário.
Este filme, eu também só descobri porque onde trabalhava há alguns anos atrás, recebiam como cortesia a Folha de São Paulo (ninguém lia, apenas eu) e esse filme apareceu em uma pequena nota de rodapé. Busquei todos os 3 filmes e assisti na "ordem" de seus lançamentos
Penso que você já tenha dado um ótimo panorama do filme e acrescentado de uma forma muito bem estruturada as partes que não percebi ou que não me expressei com mais clareza
Sim, esse filme realmente se mostra em, muitos aspectos, superior ao seu antecessor pelos motivos que você bem descreveu.
Espero que tenha gostado de Consciências Mortas, muitos o classificam como um filme menor no gênero faroeste, mas o considero de uma profunda reflexão, apenas para não me alongar muito.
Quanto ao filme O Pagamento Final, realmente você o tinha citado, e é uma boa escolha para uma análise. Outra virá antes, na semana que vem . Para não ficar com o blog parado, estou abastecendo com uma lista de filmes (alguns bem conhecidos e outros perdidos em alguma programação de jornais - na aba Qual o filme?), cuja intenção é criar links para o YouTube com breves sinopses e curiosidades. Muito trabalho e pouquíssimo tempo para gerir o blog e o Face (uma alternativa para o blog receber visitas enquanto não retorno às análises com maior frequência). Apesar de tudo me reservo a ver vários filmes, mas a safra atual carece muito de essência, pouca coisa se salva.
Mario, muito obrigado por seus comentários que, com certeza, ajudam muitos que veem os filmes a terem uma visão diferenciada da obra em questão. Um grande abraço e até a próxima