Antes da Fama
Christopher
D'Olier Reeve nasceu
em Manhattan, Nova York, filho da
jornalista Barbara Pitney e do romancista e professor Franklin Reeve. Sua
infância, porém, foi abalada pelo divórcio doloroso de seus pais quando ele
tinha apenas 4 anos. O rancor e as disputas constantes entre o ex-casal
deixaram marcas profundas na personalidade do menino, que raramente sorria em
fotos de infância. Longe da indestrutibilidade que o cinema eternizou, Reeve
era uma criança fisicamente frágil, asfixiada por problemas crônicos de asma e
alergias severas, incluindo uma forte rejeição biológica a cavalos, o que o
obrigou a tomar anti-histamínicos para montar cavalos no filme Anna Karenina
(1985). Foi justamente o desejo inconsciente de assumir a identidade de outra
pessoa que o impulsionou a se refugiar no teatro amador aos 14 anos.
Estudou literatura inglesa na prestigiada Universidade Cornell antes de ingressar na exigente Juilliard School of Performing Arts, em Nova York. Foi lá que dividiu um quarto e selou uma para toda a vida com o então jovem comediante Robin Williams. Em 1976, Reeve fez sua estreia profissional na Broadway na peça “A Matter of Gravity”, contracenando com Katharine Hepburn. Tomado pela exaustão de conciliar o teatro com as gravações de uma novela diurna, Christopher sobrevivia apenas com café e doces. Na noite de estreia, logo após proferir sua fala inicial, desmaiou no palco por desnutrição. Demonstrando seu humor ácido, Hepburn virou-se para a plateia e disse: 'Esse garoto é um idiota maldito. Ele não come carne vermelha o suficiente!' .Dias depois, recuperado, o jovem ator conquistou o respeito definitivo da atriz, que previu para ele um futuro brilhante.
Superman
A grande virada aconteceu em
fevereiro de 1977. Hollywood buscava um protagonista para a superprodução “Superman – O Filme” (1978).
Após os produtores Alexander e Ilya Salkind testarem mais de 125 atores (incluindo
astros consagrados como Robert Redford, Paul Newman e o atleta olímpico Bruce
Jenner), o currículo de Reeve chamou a atenção por sua imensa semelhança física
com os traços desenhados por Joe Shuster. Christopher chocou seu pai ao contar
que havia ganho o papel: este achou que o filho estrelaria a sofisticada peça
homônima de George Bernard Shaw (Man and Superman); ao descobrir que era
um herói de quadrinhos de capa e malha justa, o pai desaprovou o projeto.
Para convencer na tela, o magro
ator passou por uma transformação radical: com 1,93m de altura e apenas 85kg,
ele foi colocado sob os cuidados de (o fisiculturista que vestia a armadura de
Darth Vader), ingerindo quatro refeições proteicas por dia e ganhando 13,6 kg
de puro músculo na academia para preencher o uniforme original desenhado por
Yvonne Blake, Reeve recusou qualquer tipo de enchimento falso por baixo da
malha.
As filmagens nos estúdios
britânicos de Pinewood foram marcadas por um calvário. O ator passou meses
isolado a mais de 10 metros de altura em cima de plataformas estreitas,
encarando telas azuis e pretas sem pronunciar uma única linha de diálogo para
que o voo parecesse verossímil. Ele recusou
o uso de dublês nas cenas de voo, executando todas as tomadas após o
dublê oficial quebrar a clavícula em um teste de tração. O filme estreou no
Brasil em abril de 1979 em 79 cinemas de 34 cidades, quebrando recordes
históricos de bilheteria e sepultando a antiga tradução brasileira que chamava
a repórter Lois Lane (Margot Kidder) de "Mirian Lane" nos gibis da
EBAL. Christopher Reeve tornou-se instantaneamente um dos rostos mais famosos
do planeta, provando sua versatilidade fora da franquia em filmes como “Em Algum Lugar do Passado” (1980), o
suspense “Armadilha Mortal”
(1982) de Sidney Lumet e o aclamado “Vestígios
do Dia” (1993) ainda que nenhum desses três tenham sido sucesso de
público.
A Era Cannon
Após o imenso sucesso de Superman II: A Aventura Continua (1980) sob a direção de
Richard Lester que substituíra Richard Donner , a franquia começou a sofrer com
cortes severos no orçamento. Quando a produtora Cannon Pictures comprou parte dos
direitos para realizar “Superman IV: Em Busca da Paz” (1987), o declínio ficou evidente nos bastidores. O
diretor de sequências de voo, David Lane, revelou que a produção abandonou totalmente o complexo sistema de
Projeção Frontal dos primeiros filmes e migrou 100% para o processo de
"Fond Bleu" (O “Fundo Azul” - Chroma Key) para cortar despesas.
Para simular os voos conjuntos de Superman e do Homem-Nuclear (Mark Pillow), a
equipe instalou um mastro mecânico de aço de 6 metros controlado por computador
acoplado à silhueta dos atores por baixo do figurino, deixando os movimentos travados
e rígidos na tela.
O coordenador de dublês, Alf
Joint, abriu o jogo sobre a icônica batalha na superfície da Lua: sem orçamento
para sistemas de cabos espaciais que simulassem a baixa gravidade em câmera
lenta, a solução foi improvisar usando técnicas primitivas e mambembes. Eles utilizaram básculas de circo
tradicionais e catapultas de gangorra de madeira. Quando o Homem-Nuclear
golpeava o herói, o dublê saltava de cima de uma gangorra de circo para ser
arremessado a sete metros de altura.
O cenógrafo John Graysmark (que já havia trabalhado no primeiro filme e em clássicos como “2001: Uma Odisseia no Espaço”) revelou o desespero de ter apenas três semanas de prazo para projetar e construir do zero todos os cenários principais em Elstree (estúdio inglês comprado pela Cannon), o que incluía a redação do Planeta Diário. Para fazer a redação parecer bem grande aos olhos do espectador sem gastar com materiais, Graysmark instalou grandes placas de espelhos nas extremidades das paredes combinadas com falsos monitores de TV para refletir o cenário de forma artificial na lente. Graysmark relembrou com melancolia o dia em que Christopher Reeve chegou aos estúdios na Inglaterra e foi inspecionar a lendária fazenda dos Kent em Smallville (montada em Baldock) "Nós reconstruímos a fazenda inteira com madeira prensada. Quando o Chris Reeve chegou ao set e olhou para aquilo, ele ficou em completo silêncio. Ele não acreditava que a Cannon estava tentando reconstruir a grande história dele com um cenário tão simples e acidentado. Ele ficou profundamente decepcionado"
O Acidente
A vida de Christopher Reeve
sofreu um divisor de águas em 27 de
maio de 1995. Durante uma competição equestre em Culpeper, na Virgínia,
o ator foi projetado para a frente quando seu cavalo recusou um salto. Mesmo
usando capacete protetor, ele sofreu fraturas múltiplas nas duas primeiras
vértebras cervicais(fraturando as vértebras cervicais C1 e C2 (o que os médicos
chamam de "fratura do enforcado") e lesões na medula espinhal,
resultando em uma tetraplegia completa (paralisia total do pescoço para baixo).
No hospital, ao acordar do coma com a cabeça unida ao corpo por pinos de
titânio e fios de metal, Reeve entrou em depressão profunda e implorou aos
médicos que desligassem os aparelhos. Foi nesse contexto que sua esposa, Dana Morosini, salvou sua vida ao
disparar a célebre frase: "Você
ainda é você. E eu te amo. Apoiarei o que você quiser decidir, mas quero que
saiba que sempre estarei ao seu lado". Pouco depois, seu melhor
amigo, Robin Williams, invadiu a UTI disfarçado de médico proctologista russo
fazendo propondo exames loucos, arrancando de Reeve o seu primeiro sorriso após
a tragédia.
O acidente interrompeu sua
carreira, mas deu início a sua jornada mais heroica. Reeve e Dana criaram a “Christopher & Dana Reeve Foundation”,
liderando uma cruzada política global e um forte lobby publicitário que arrecadou mais de US$ 140 milhões de dólares
para o financiamento de pesquisas científicas pioneiras com células-tronco.
Ele enfrentou os poderosos planos de saúde americanos, pagando do próprio bolso
mais de US$ 45 mil anuais por máquinas de estímulo elétrico neuromuscular (como
a bicicleta de estímulo neuromuscular FES) numa tentativa de manter seu corpo
ativo. Em 1996, sua aparição surpresa na cerimônia do Oscar de cadeira de rodas
emocionou o mundo e paralisou Hollywood em uma ovação de pé histórica.
Christopher Reeve tinha esperanças que os recursos investidos em pesquisas o fizessem ficar de pé aos 50 anos, mas veio a faleceu no dia 10 de outubro de 2004, aos 52 anos de idade. Ele deu entrada no hospital para tratar de uma úlcera de pressão (escara) infeccionada na pele, complicação comum em pacientes tetraplégicos. O ferimento cutâneo infeccionou de forma severa e evoluiu rapidamente para um quadro séptico (infecção generalizada), causando o choque séptico sistêmico e a parada cardíaca fatal. Tragicamente, Dana, sem nunca ter fumado um único cigarro na vida, faleceu de câncer de pulmão um ano e oito meses depois, em março de 2006, aos 44 anos, deixando o filho caçula do casal, Will, órfão aos 13 anos. Como o próprio Christopher Reeve brilhantemente redefiniu antes de sua partida: "Um herói é um indivíduo comum que encontra forças para perseverar e resistir, apesar de obstáculos esmagadores".
Paralelamente ao estrelato, a
vida íntima do ator carregava os fantasmas de sua infância. Durante dez anos,
Reeve manteve um relacionamento com a executiva de modelos britânica Gae Exton,
com quem teve seus dois primeiros filhos: Matthew (1979) e Alexandra (1983).
Assombrado pelo trauma do divórcio de seus próprios pais, desenvolveu um desinteresse
pelo do casamento, o que acabou desgastando a relação e gerando a separação
inevitável em 1987. A rotina em Hollywood e a distância (Londres / EUA) fizeram
com que, por um período, ele se afastasse do convívio dos filhos mais velhos.
Sua vida amora começou a voltar aos trilhos quando conheceu a atriz e cantora
Dana Morosini. Foram cinco anos de namoro e intensas sessões de terapia para
que Reeve finalmente vencesse suas barreiras psicológicas. Eles se casaram em 1992,
mas com Dana já grávida do filho caçula do casal, Will, que nasceria em junho do
mesmo ano. Num relacionamento mais maduro com Dana, Reeve conseguiu reconstruir
o seu relacionamento com os filhos Matthew e Alexandra, unificando a família
pouco antes de seu fatídico acontecimento.
Em 2003, os criadores do seriado
Smallville – As Aventuras do Superboy (2001 a 2011 - focada na juventude de
Clark Kent) fizeram um convite histórico ao ator. Reeve aceitou participar com
a condição de que a emissora exibisse campanhas de conscientização sobre lesões
medulares nos intervalos comerciais. Ele deu vida ao Dr. Virgil Swann, um
cientista que ajuda o jovem Clark (Tom Welling) a desvendar seu passado e
revela, pela primeira vez na série, o nome Kal-El. Essa "passagem de
bastão" abriu as portas para alguns atores da franquia visitarem a série
nos anos seguintes. Annette O'Toole, que havia sido a Lana Lang em Superman III
(1983), se transformou em Martha Kent, a mãe adotiva do herói. A voz de Jor-El,
o pai kryptoniano na Fortaleza da Solidão, foi dublada por Terence Stamp, o “General
Zod” de Superman II. Margot Kidder (Lois Lane) interpretou a Dra. Bridgette
Crosby; Helen Slater (do filme Supergirl de 1984), viveu a mãe biológica de
Superman, Lara-El; e Marc McClure (o fotógrafo Jimmy Olsen dos filmes), deu
vida ao renegado kryptoniano “Dax-Ur”
Algumas Curiosidades:
Durante as gravações (1986) da cena em que o Superman cruza os céus carregando uma criancinha nos braços para salvá-la de um tornado em Superman IV, a garotinha em cena é Alexandra Reeve, a própria filha do ator, que tinha apenas 2 anos de idade na época. Reeve precisou passar horas completamente suspenso por cabos de aço a uma altura de 15 metros do chão em um campo aberto na Inglaterra para gravar a cena com a filha.
Menos de três meses antes de sofrer a queda do cavalo, Christopher Reeve concedeu uma entrevista exclusiva, para promover o filme de suspense Sem Suspeita / Above Suspicion (lançado em maio 1995). No longa, o ator interpretava um detetive de polícia que ficava preso a uma cadeira de rodas. Naquela conversa, Reeve disparou as seguintes palavras: "Visitei vários hospitais e convivi com vítimas dessa situação, que pode acontecer a qualquer um, a qualquer hora. Fiquei impressionado com seu sofrimento, mas igualmente comovido vendo como os sobreviventes são capazes de lutar por uma nova vida".
Na primeira história curta escrita por Jerry Siegel e Joe Shuster em uma fanzine de janeiro de 1933, intitulada “The Reign of the Superman”, o personagem original era um vilão e chamava-se Bill Dunn. Dunn era um sem-teto que ganhava poderes telepáticos após tomar um café batizado por um cientista louco, usando seus dons para acumular fortuna em jogos e tentar dominar o mundo antes que os efeitos químicos passassem.
Em 1944, perto do fim da Segunda Guerra Mundial, o Escritório de Censura do Governo dos EUA confiscou e baniu temporariamente uma história em quadrinhos da DC (originalmente programada para os jornais e para a revista Superman #38) onde Lex Luthor utilizava uma bomba e um acelerador de partículas ("Atom Smasher"). O governo temia que o gibi vazasse os segredos militares confidenciais do Projeto Manhattan, que estava desenvolvendo secretamente a bomba real usada contra o Japão. A HQ só teve a publicação permitida em janeiro de 1946, após o fim da guerra, trazendo um aviso oficial na primeira página explicando o motivo do atraso.
Filmografia :
Ator:
Great Performances (série de tv 1971); The Wide World of Mystery (1975 - 1 episódio); Love of Life (série - 1975-1976 - 5 episódios); S.O.S. - Submarino Nuclear (1978); Superman: O Filme (1978); Em Algum Lugar do Passado (1980); Ryan's Hope (1980 - 1 episódio); Superman II: A Aventura Continua (1980); Armadilha Mortal (1982); Monsenhor (1982); Clifford Anderson; Superman III (1983); Teatro dos Contos de Fada (1983 - 1 episódio); Um Triângulo Diferente (1984); Anna Karenina (1985); O Aviador (1985); Superman IV: Em Busca da Paz (1987); Malandros de Rua (1987); Fugindo do Inferno 2: A História Verdadeira (1988); Troca de Maridos (1988); Bobby Brown: On Our Own (video clip musical 1989 - ciclista); Earthday Birthday (1990 - narração); Guerra de Paixões (1990); HBO Storybook Musicals (1990 - narração); Busca Desesperada (1991); Carol & Company (serie 1991 - 1 episódio); Sonhos Inacabados (1991); Contos da Cripta (1992 serie - 1 episódio); Earth and the American Dream (1992 narração); Impróprio para Menores (1992); Last Ferry Home (1992); Pesadelo do Passado (1992); Road to Avonlea (série 1992 - 1 episódio); Segredos Mortais (1992); The American Constitution: The Road from Runnymede (1992 narração); Frasier (série 1993 - 1 episódio - narração); Morning Glory (1993); O Lobo do Mar (1993); Vestígios do Dia (1993); Apenas Bons Amigos (1994); The Lion and the Lamb ( Vídeo 1994 narração); A Cidade dos Amaldiçoados (1995); Raposa Negra (1995); Raposa Negra 2 (1995); Raposa Negra 3 (1995); Sem Suspeita (1995); Um Passo para o Amanhã (1996); Janela Indiscreta (1998); O Desafio (série 2003 1 episódio); Smallville: As Aventuras do Superboy (serie 2003-2004 - 2 episódios)
Diretor:
Armadilha Selvagem (1997), A História de Brooke Ellison (2004), O Pequeno Herói (2006)
Produtor:
Christopher Reeve: A Celebration of Hope (1998), Janela Indiscreta (1998), A História de Brooke Ellison (2004), O Pequeno Herói (2006)
Capas de Revistas:
Fontes:
Revista Starlog
Revista Starbust
Fantastic Films
Superman: The Big Book of Trivia!
L'Écran Fantastique
The Powers of Kal-El (1978)
Revista Set Cinema e Video
Jornal O Globo
Jornal do Brasil
Correio Brasiliense
Revista Manchete
Super/Man - A História de Christopher Reeve (2024) - Documentário
Rapaz, muito bom trabalho, que legal!
ResponderExcluirNão quero te arranjar mais o que fazer, mas depois dessa pequena biografia de Reeve espero que venham outras mais.
Sabia da sua participação em Smallville. A minha filha assiste e gosta, o que acho curioso por ser esta uma série de outra geração. Mas foi com ela que descobri as participações especias de toda aquela turma e isso foi bom.
Analisando os relatos de sua vida pessoal, é curioso ver como ele — apesar da beleza física — parecia inseguro nos relacionamentos. Ás vezes só trauma de infância não explica isso ( elocubrações para longuíssimas conversas ).
“Miriam “ Lane, de fato. Não lembrava essa.
Não sabia que Christopher Reeve tinha participado de um dos makes de O Lobo do Mar. O livro é muito bom. Vou ver.
Idem para Deathtrap ( esse vi na sua resenha, comecei a ver e não terminei ).
Que capa legal de Cinemin, heim?
Gostei da Cinefantastique do Donner. Merecido.
Quanto a sua luta após a lesão medular, sim, esse foi seu mais importante papel nessa vida. É até surpreendente o quão pouco a humanidade evoluiu no que tange á cura das lesões nervosas, visto que é um trama que não escolhe etnia, idade ou lugar do mundo. Mas acredito que veremos coisas boas acontecerem nesses anos que virão, vivemos um limiar na pesquisa médica, apesar do momento de obscurantismo atual em muitos países que puxam o globo.
Me lembro de sua ovação no Oscar. Foi emocionante.
Luís, parabéns por esse trabalho, novo pra mim.
De novo, um abraço!
Oi Mário.
ResponderExcluirÉ uma nova sessão que iniciei no Blog. O primeiro foi Jerry Lewis. Aproveitei que tinha material sobrando da análise dos quatro filmes e resolvi criar essa biografia enquanto estava "quente na memória". Na Aba "Atores, atrizes, diretores e compositores", já fiz uma lista do que virá (cinema e TV). Alguns estão semi prontos, mas apenas com a postagem da imagem no face. Quando terminar a análise de cada um, vou repassando para o Blog. Se nas análises eu coloco Filmografias Parciais, aqui vou tentar colocar sempre as completas.
Tem mais capas para colocar, a falta de tempo as vezes atrapalha um pouco. Cinemim era muito boa. Pena que a EBAL parecia ter problemas em conseguir anunciantes que sustentassem a revista. Era meio óbvio que uma hora eles não iam aguentar. Uma pena. Talvez a chegada da SET tornou tudo ainda mais complicado
Coincidência você citar Smallville, pois resolvi assistir todas as temporadas na Netflix. Pelo SBT eu não consegui, me perdi, acabei perdendo temporadas e ficou confuso. Já "Superman & Lois" (2021-2024) foi uma grata surpresa. Temática mais adulta e bem realizada.
Que bom que gostou, outras virão. Material eu tenho até bastante, o problema é criar um índice para cada revista para saber onde cada assunto /ator se encontra para pesquisar. Quem sabe a IA não me ajuda a criar um índice completo para me localizar com tanto material.
Um grande abraço e até a próxima !